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terça-feira, 26 de novembro de 2013

O Brasil está entre os países com o maior número de crimes digitais.


Previna-se contra vírus aumentando seus cuidados e a segurança do seu PC com atitudes simples.


O Brasil está entre os países onde as empresas mais foram vítimas de fraudes digitais no mundo, pelo menos segundo o relatório de fraude da RSA do mês de outubro. O Brasil foi responsável por 4% de todos os ataques de phishing às empresas, nomeadamente quando os cibercriminosos tentaram adquirir informações sigilosas de usuários na Internet. O ranking foi liderado pelos Estados Unidos (28%), seguido do Reino Unido (13%) e Índia (7%). O quarto lugar estava precisamente “reservado” ao Brasil.

Segundo este levantamento, naquele mês foram detetados 49.119 ataques de phishing ao redor do mundo, um crescimento de 36% em relação ao mês anterior. Deste total de fraudes online, 3% foram hospedados em território brasileiro. Os países que mais originaram ataques foram Estados Unidos (42%), Alemanha e Canadá (6% cada). O Brasil ainda ficou atrás da Holanda (5%), Rússia, Reino Unido, Colômbia e França (4% cada).
Aliás, perante este crescimento de ataques cibernéticos, a RSA elegeu outubro o mês da Conscientização da Segurança Cibernética e aposta identificação de ameaças e perigos em comportamentos online para que as pessoas possam utilizar a Internet com segurança. Não acesse sites suspeitos, formate seu PC assim que identificar algo estranho como: lentidão para acessar a internet ou programas do tipo excel, word etc... Não esquecendo de salvar suas informações antes de formatar. Uma dica é salvar seus documentos, fotos etc... no "DISCO D" do seu PC, assim quando você formatá-lo não perderá seus dados.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Números de IPs devem se esgotar em 2014, diz jornal.


Migração para o novo protocolo está atrasada, o que pode acarretar problemas para usuários da rede no ano que vem


Os números IPs (Protocolo de internet) devem se esgotar no primeiro semestre de 2014. Um novo formato de endereço online existe (foi criado em 1996) e pode permitir um número quase infinito de novos IPs. Para funcionar, bastaria que todos na internet adotassem a novidade. E é aí que está o problema.
O “novo” protocolo é o chamado IPv6, que veio para suceder o IPv4, de 1981. Quando o IPv4 foi desenhado para suportar 4,3 bilhões de IPs, não se previa a popularização da internet nem o surgimento de quase 2 bilhões de celulares conectados. Para ajudar, redes adaptadas ao IPv6 não conversam com redes IPv4. Por isso, a transição precisa ser feita em conjunto com os fabricantes de equipamentos (celulares, roteadores), que precisam estar atualizados; provedores de conexão, que precisam adaptar suas redes; os usuários, que devem atualizar os equipamentos conectados; e os provedores de conteúdo (como Google, Facebook e governos), que precisam ajustar seus serviços e aplicações para ficarem acessíveis.
As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Tudo grátis: o que o OS X Mavericks significa para o futuro do Windows


Atualizações gratuitas do sistema operacional passam a fazer sentido à medida em que a Microsoft, assim como a Apple, passa a focar em aparelhos e serviços.


Enquanto Craig Federighi, Vice-Presidente Sênior de Engenharia de Software na Apple, anunciava que o Mac OS X “Mavericks” (10.9) seria uma atualização gratuita uma imagem de uma caixa do Windows 8 apareceu na tela atrás dele, com o preço de US$ 199 em destaque. “Hoje vamos revolucionar os preços”, disse Federighi.
Mas espere um momento, Craig. Embora o novo “preço” seja uma boa mudança em relação ao custo (bastante razoável) dos upgrades passados do OS X, não é tão revolucionário quanto diz a Apple.
Sistemas operacionais para dispositivos móveis são gratuitos há anos, e muito antes do anúncio da Apple a Microsoft tornou o Windows 8.1 uma atualização gratuita para os usuários do Windows 8. Mas há mais do que preço na estratégia da Apple: o Mavericks pode acabar nos dando uma palhinha do futuro do Windows, agora que a Microsoft se reinventou como uma empresa focada em aparelhos e serviços.
Chega de retardatários
O OS X Mavericks é simplesmente evolucionário se você considerar as sutis mudanças e ajustes em comparação com o OS X Mountain Lion (10.8), a versão anterior do sistema operacional da Apple. O que é revolucionário é que a Apple está permitindo que todos os usuários, do OS X Snow Leopard (10.6, de 2009) em diante façam o upgrade para a mais nova versão sem custo algum.


A mudança para um sistema gratuito não é só sensacional, como também faz muito sentido. O foco da Apple é na venda de hardware, que atua como um portal para suas lojas de software. Seus sistemas operacionais existem para atrair usuários para o seu ecossistema. Estima-se que apenas o iTunes foi responsável por US$ 4 bilhões em renda apenas no último trimestre.
Tendo isto em mente, a maioria dos usuários de Mac disposta a pagar por um upgrade para o OS X Lion ou Mountain Lion provavelmente já fez isso. A mudança para o modelo gratuito garante que mesmo os retardatários que não teriam pago pelo Mavericks estarão rodando o software mais atual. Isto permite que os desenvolvedores criem apps otimizados especificamente para os recursos do Mavericks, em vez de limitar recursos para garantir a compatibilidade com versões anteriores do sistema. Enquanto isso, a promessa de atualizações gratuitas do sistema torna o Macs mais atraentes para os consumidores à procura de um novo computador.
Dispositivos, serviços e o preço de um sistema operacional
Ei, a Microsoft não mudou recentemente seu foco para se tornar uma empresa de aparelhos e serviços? Sim senhor. E neste novo papel ela tem mais incentivos para distribuir gratuitamente atualizações de seus sistemas operacionais e usá-los como um atrativo. Em vez de se concentrar apenas em vendas do sistema operacional, Ballmer e sua turma querem que você compre apps na Windows Store, assinaturas do SkyDrive, Xbox Live, Xbox Music Pass e Office 365, e use todos estes serviços em uma ampla gama de aparelhos da Microsoft, ou naqueles feitos por seus parceiros.
A parte sobre “parceiros” é importante.
A Apple está sendo um pouquinho desonesta ao dizer que o OS X Mavericks é completamente gratuito: você ainda precisa comprar um Mac para se qualificar para receber as atualizações gratuitas, e o verdadeiro custo do desenvolvimento do OS X está embutido no custo do hardware da empresa. Só está obscurecido porque você está comprando um pacote completo, em vez de apenas o software.
O mesmo é verdade quando você compra um desktop ou notebook com Windows. A vasta maioria dos computadores com o sistema da Microsoft é vendida aos consumidores na forma de máquina prontas com o sistema pré-instalado, produzidas por fabricantes (também chamados OEMs) como a Lenovo e a Dell. Eles compram licenças do Windows em massa e, junto com os clientes corporativos com licenças em grande volume, são responsáveis pela maioria dos lucros da Microsoft com o Windows.
Os únicos usuários que realmente precisam comprar o Windows são os entusiastas que montam seus próprios computadores, ou aqueles que estão fazendo a atualização a partir de uma versão mais antiga do sistema operacional. Considere isso como o custo de um componente. Você está comprando separadamente um item que normalmente é integrado ao custo de um computador.
Ao continuar a cobrar de integradores e entusiastas por licenças do Windows enquanto oferece um upgrade gratuito ao consumidores já existentes (com exceção dos usuários corporativos) a Microsoft pode ter o melhor de dois mundos. E a natureza gratuita do Windows 8.1 nos indica que a empresa já está rumando nesta direção.
Um ponto sem retorno
Mas se a Microsoft pode ganhar tanto quanto a Apple ao distribuir atualizações gratuitas de seu sistema operacional aos consumidores, porque o Windows 8.1 só está disponível aos que já adotaram o Windows 8? Um colega da MacWorld fez a seguinte comparação: o Mavericks é como se a Microsoft permitisse que todos os usuários do Windows XP ou mais recente fizessem uma atualização gratuita.
Mas isso não é totalmente verdade.
A Apple está oferecendo o upgrade gratuito para o Mavericks aos usuários do OS X Snow Leopard ou mais recente. Sim, isso representa três gerações do sistema operacional, assim como do XP para o Windows 8, mas o Snow Leopard foi lançado em 2009, o mesmo ano do Windows 7. O Windows XP foi lançado em 2001. 
O mundo do hardware mudou drasticamente na última década e meia, e dada a abordagem distante da Microsoft com o hardware dos PCs, oferecer o Windows 8.1 a todos os usuários é algo simplesmente irrealista do ponto de vista da compatibilidade. A Apple, por outro lado, controla o hardware dos Macs com punho de ferro, e o sofisticado hardware que produz é garantia de que mesmo componentes de 2009 funcionam muito bem hoje.
O OS X Snow Leopard também foi um ponto de ruptura para a Apple: foi a versão que eliminou o suporte a Macs rodando processadores baseados na arquitetura PowerPC.

O Windows 8 pode ser uma linha divisória similar para a Microsoft. Embora os requisitos do hardware sejam praticamente os mesmos do Windows 7 e Vista, o Windows 8 exige alguns extras, como processadores com suporte a Physical Address Extensions (PAE), NX bit e extensões SMID de segunda geração e uma placa de vídeo compatível com DirectX 9. Coisas que ajudam a garantir que o Windows 8 se entenda bem com o Windows RT, Windows Phone e Xbox no mundo multiplataforma da Microsoft do futuro.
Todo mundo ganha um sistema grátis!

Migrar para um sistema de atualizações grátis do Windows 8 para os consumidores é simplesmente algo que faz sentido para a Microsoft, se você considerar seu novo foco em aparelhos e serviços e quão poucos usuários do dia-a-dia realmente pagam por uma atualização.
Eu ficaria chocado se a Microsoft continuasse neste caminho aberto por ela mesma, mas reinvindicado pela Apple. Graças à era da mobilidade, atualizações gratuitas de um sistema operacional podem ser uma parte real do futuro do desktop, à medida em que o software dá lugar aos serviços. Cruzem os dedos!

CCE lança tablet Android de baixo custo com processador Intel


Motion.tab TE71 tem tela de 7", 8 GB de memória e preço sugerido de R$ 499.




A CCE está anunciando o lançamento de um novo tablet, o Motion.tab TE71. O produto é baseado em um processador Intel "Medfield" de 1.6 GHz, acompanhado por 1 GB de RAM e 8 GB de memória interna, expansível com cartões microSD.
Há duas câmeras, uma frontal com resolução VGA para videochamadas e outra traseira com 2 MP pra fotos. Também há uma saída HDMI pra conexão a TVs de alta-definição. O sistema operacional é o Android 4.0 "Ice Cream Sandwich".
É uma máquina modesta, mas o que chama a atenção não é a configuração, mas sim o preço: R$ 499 segundo a fabricante. O produto deve chegar às lojas no início de Dezembro.

Intel anuncia novo tablet educacional com Android


Aparelho com tela de 10", processador Atom e Android 4.0.4 tem chassis resistente a queda, acessórios como caneta, termômetro e lupa e vem acompanhado de software educacional.


A Intel anunciou recentemente o lançamento de uma nova versão do Tablet Educacional Intel. O aparelho, que roda a versão 4.0.4 do sistema operacional Android, tem uma tela de 10" sensível ao toque e é baseado em um processador Atom single-core de 1.6 GHz, acompanhado por 1 GB de RAM e 16 GB de memória interna.
Além de todos os sensores típicos de um smartphone a Intel oferece acessórios como caneta, um sensor térmico plugado à entrada de fones de ouvido, que pode ser usado em experimentos de física, e uma lupa que pode ser acoplada à câmera traseira (de 2 MP), transformando-a em um microscópio. 
                                 Tablet Educacional Intel: software e acessórios para uso em laboratório
O aparelho tem um chassis resistente a quedas de até 50 cm de altura, e vem com software anti-furto e o McAfee Mobile Security pré-instalados. Além disso há um pacote de software educacional certificado pela Intel.
A Intel não produz o tablet, que é um "design de referência" que poderá ser montado por parceiros certificados como a CCE, MGB, Philco, Positivo e SpaceBR. O aparelho não está disponível diretamente ao consumidor: é oferecido a instituições de ensino, públicas e privadas, que pretendam adotá-lo em seu programa educacional.


Mais de um terço dos brasileiros não se protege ao usar redes Wi-Fi


Estudo da Kasperky Lab aponta também que 10% realizam compras on-line ou usam o Internet Banking a partir de qualquer rede.




Mais de um terço dos usuários (34%) não se protege ao acessar redes Wi-Fi públicas, de acordo com a pesquisa global divulgada pela Kaspersky Lab. O estudo mostra que 14% dos entrevistados não viam problemas em usar bancos ou fazer compras online usando qualquer rede disponível. Apenas 13% se preocuparam em verificar o padrão de criptografia dos pontos de acesso.


No Brasil, 32% dos usuários pesquisados afirmaram não tomar nenhuma providência de proteção enquanto se conectam usando um ponto de acesso. Já 10% disseram que se sentem confiantes em fazer compras on-line ou usar o Internet Banking a partir de qualquer rede e apenas 9% dos brasileiros se preocuparam em verificar o padrão de criptografia dos pontos de acesso.
Faz sentido ter um cuidado extra ao usar um Wi-Fi público? A resposta é sim. Você nunca sabe o que “o cara com o laptop na mesa ao lado” pode estar fazendo. Talvez, como você, ele esteja apenas lendo e-mails ou em um chat com amigos. Mas ele também pode estar monitorando o tráfego de Internet de todos à sua volta, inclusive o seu. 
Isso é possível por meio de um ataque “man-in-the-middle”. Qualquer ponto de acesso sem fio é uma janela para a Internet usada por todos os dispositivos conectados. Cada solicitação de um dispositivo passa pelo ponto de acesso e somente depois chega aos sites que os usuários querem visitar. 
Sem a criptografia da comunicação entre os usuários e o ponto de acesso, é bastante simples para o cibercriminoso interceptar todos os dados inseridos pelo usuário. Isso pode incluir informações enviadas para um banco ou uma loja virtual. Além disso, esse tipo de ataque é possível mesmo que o ponto de acesso seja protegido por senha e que seja estabelecida uma conexão segura (via HTTPS) entre o site desejado e o navegador do usuário.

Segurança
Para se proteger recomenda-se usar apenas conexões seguras com os pontos de acesso. De acordo com a Kaspersky, isso reduz o risco do tráfego ser interceptado por criminosos virtuais. Porém, quando os usuários planejam usar sites que solicitam informações pessoais, como nomes de usuário e senhas, essa precaução básica deve ser complementada por ferramentas adicionais de proteção.

Gadget que permite ver TV em qualquer lugar chega ao Brasil por R$800


Slingbox reproduz conteúdo da TV a cabo do usuário em computadores, smartphones ou tablets. Aplicativos mobile tem preços "salgados".


Já conhecido por muitos usuários do país a Slingbox, dispositivo que permite assistir TV em qualquer lugar, chegou oficialmente ao Brasil nesta terça-feira, 12/11. Até então só disponível por aqui em sites de leilão, o aparelho agora está à venda em versão localizada.
O modelo que chega ao Brasil, distribuído pela Flex, é o Slingbox 350, versão mais simples que exige cabos para ser conectado ao receptor de TV a cabo. Por enquanto o gadget só está à venda na loja oficial da fabricante Sling Media e tem preço sugerido de R$ 800 reais. Nos EUA ele custa R$ 180.
Com o Slingbox, o usuário pode reproduzir o conteúdo da sua TV a cabo em praticamente qualquer lugar, desde que tenha acesso à Internet. Assim, é possível assistir ao jogo do seu time do coração, por exemplo, no seu computador, smartphone, tablet ou até outro televisor, desde que uma Apple TV ou outro aparelho do tipo esteja conectado a ela.
Como o Slingbox simplesmente reproduz o conteúdo da sua TV a cabo no aparelho da sua escolha, não é possível que duas pessoas acessem o aparelho ao mesmo tempo. O mesmo vale para escolher qual programa assistir: caso uma pessoa já esteja assistindo um programa pelo Slingbox nos EUA, por exemplo, a outra que estiver na casa da família em São Paulo terá de assistir ao mesmo programa – e vice-versa. Ou seja, a briga pelo controle remoto pode ser feita à distância.
Mercado brasileiro
Primeiro país da América do Sul a receber a Slingbox, o Brasil é visto com bons olhos pela fabricante Sling Media. A empresa vê os brasileiros como pessoas muito ligadas no hábito de assistir TV ao vivo e compartilhar nas redes sociais como Facebook e Twitter, além de ter um estilo de vida "móvel".
A versão oficial da Slingbox vendida no Brasil dá aos consumidores garantia de um ano e seis meses de assistência técnica gratuita para o aparelho. A empresa também oferece serviço de atendimento ao consumidor, via e-mail, chat on-line ou telefone.

Aplicativos "salgados"
Apesar de a Slingbox não exigir nenhum pagamento mensal para ser utilizado, o usuário precisará baixar um aplicativo caso queira assistir à programação de sua TV em um smartphone ou tablet. Esses apps são pagos e os preços um tanto salgados: no iOS o SlingPlayer sai por 15 dólares, e a versão Android custa 35 reais. Também há uma versão para aparelhos com o Windows Phone.
Instalação
A instalação do Slingbox é relativamente simples, exigindo a conexão do aparelho ao receptor de TV a cabo e a um cabo de rede para acesso à Internet. Depois disso, o usuário precisa acessar o site Slingbox.com.br e fazer o cadastro do aparelho e do controle da sua operadora de TV – ele será depois reproduzido de forma virtual nos dispositivos de acesso do usuário, como computadores.
Para quem preferir, a empresa anunciou que já oferece um serviço de instalação a domicílio, que custa 180 reais para os moradores de São Paulo e região metropolitana.
Produção local
Por enquanto, os aparelhos vendidos por aqui são importados. Mas a empresa tem planos de realizar a produção diretamente no país, por meio da própria Flex, que fica localizada no Pólo Industrial de Manaus, o que poderia reduzir o preço do produto. Para isso acontecer, no entanto, é preciso atingir uma determinada escala de vendas. O “número mágico” pretendido pela companhia é de cerca de 50 mil Slingbox vendidas em 2014 – ou uma média de 5 mil unidades mensais.

Veja como ser mais produtivo trabalhando em um café ou espaço público


Sair um pouco do escritório pode ser uma experiência agradável, mas com estas dicas ela ficará ainda melhor.




Cafeína e Wi-Fi grátis são uma poderosa combinação para aumentar sua produtividade. É o que atrai você, e muitas outras pessoas, a passar um tempo trabalhando em cafés. Mas não importa se você está apenas dando um tempo do escritório ou se o café da vizinhança éseu escritório, trabalhar em um espaço público traz alguns desafios. Siga estas dicas para ficar mais seguro e ser produtivo.
Escolha o terreno
Antes mesmo de pedir um espresso, considere a localização de seu “escritório” temporário. É perto demais da porta? Longe demais do banheiro? Logo debaixo de uma saída de ar-condicionado com vento gelado? Desconforto e distrações irão atrapalhar sua produtividade. Não se acanhe em pedir para dividir uma mesa: outros trabalhadores sabem que isso é parte da experiência. E lembre-se de levar uma blusa ou jaqueta que possa usar para “marcar seu lugar” se precisar se afastar da mesa por alguns minutos.
Não se esqueça da energia
Não importa se seu aparelho é um notebook, um híbrido ou um tablet, a bateria deve ser capaz de acompanhar sua rotina. Se você pretende trabalhar remotamente com frequência e está em busca de um novo notebook, considere um modelo equipado com um dos novos processadores Intel Core de 4ª Geração, de codinome “Haswell”, que oferecem autonomia significativamente melhor que os chips da geração anterior, conhecida como “Ivy Bridge”. Ou se possível use um tablet, já que eles são notoriamente mais eficientes (e leves) que um notebook tradicional.
Notebooks com processadores Intel Core de 4ª Geração, como este da HP, tem melhor autonomia de bateria
Se você pretende ficar mais do que algumas horas, não se esqueça do carregador. A maioria dos locais que oferece Wi-Fi gratuito também permite que os consumidores usem as tomadas. Claro que isso implica em achar uma mesa perto de uma tomada, e elas são disputadas. Se todas as tomadas estiverem ocupadas e você realmente precisar recarregar seu gadget, pergunte a um outro frequentador se ele se importa em ceder a tomada por alguns momentos.
Não espere muito do Wi-Fi grátis
Uma das principais atrações de um local como um Starbucks é o Wi-Fi grátis. Mas a qualidade do serviço pode variar de acordo com o local e até mesmo o horário, e você não deve confiar em uma conexão gratuita para situações críticas, como uma videoconferência importante. No mínimo tenha em mãos um Plano B, como um modem 4G para seu notebook ou um smartphone com um plano 4G com o qual você possa compartilhar a conexão via Wi-Fi. 
Leve um headset
Trabalhar em um café significa ter de lidar com o ruído de múltiplas conversas ao seu redor, o chiado das máquinas de espresso e baristas anunciando os pedidos. Todo esse ruído pode atrapalhar sua concentração e prejudicar telefonemas e videochamadas. Por isso, tenha sempre à mão um headset, preferencialmente um equipado com um sistema de cancelamento de ruído.
Mesmo que você só planeje escrever alguns relatórios ou preencher planilhas, fones de ouvido simples podem ajudá-lo a relaxar e “entrar no clima” com suas músicas favoritas, ou pelo menos mascarar o ruído ambiente.
Por fim, leve em consideração os outros frequentadores. Eles não querem ouví-lo falar sobre o faturamento do trimestre, então se você sabe que terá de participar de uma conferência onde irá apresentar ou falar bastante, trabalhe de casa.
Fique seguro
É fácil se desligar do que acontece ao seu redor quando você está focado em uma tarefa, mas lembre-se de ficar de olho em sua mala, bolsa e outros pertences. O café não pode ser responsabilizado caso seus objetos sejam roubados.
Se você precisar usar o banheiro, peça a alguém para ficar “de olho” em suas coisas ou guarde tudo e monte seu escritório novamente quando voltar. Ambas as opções tem suas desvantagens, então uma opção pode ser uma trava antifurto como a Targus Defcon CL para prender seu hardware à mesa.

Mesmo que seu notebook esteja protegido, não se esqueça de levar coisas como usa carteira e chaves do carro com você sempre que deixar a mesa.
Outro aspecto da segurança física é impedir que outras pessoas vejam sua tela. Especialmente se você estiver digitando com informações como senhas ou números de cartões de crédito. Há filtros de privacidade produzidos por empresas como a 3M que limitam o ângulo de visão da tela, impedindo que alguém na mesa ao lado “estique o pescoço” pra dar uma espiadinha. Também tenha cuidado com pessoas atrás de você.
Quanto à segurança digital, o primeiro passo é certificar-se de que você está conectado à rede Wi-Fi certa. Os criminosos frequentemente criam redes falsas com nomes similares aos das reais, para enganar os usuários e fazê-los se conectar a elas, o que torna muito mais fácil monitorar e interceptar todo o tráfego.

Mesmo se você estiver conectado à rede certa, tenha cuidado com o que você faz online. A maioria das redes Wi-Fi públicas não é segura, então qualquer um na vizinhança pode capturar o tráfego, e com ele informações de login em serviços que você está acessando, como e-mail e redes sociais. Pense duas, três ou mais vezes antes de fazer login em qualquer site usando uma rede Wi-Fi pública, prefira conexões HTTPS sempre que possível (plugins como o HTTPS Everywhere, por exemplo, podem automatizar isso) e sempre use uma VPN para acessar informações da empresa.

Três técnicas essenciais para proteger sua privacidade online


VPNs, criptografia e autenticação em suas etapas são técnicas simples, e eficazes, para proteger suas informações e dificultar a vida dos malfeitores.



A web é um local selvagem, onde há muitos predadores a espera de vítimas. Nenhum regime de segurança, exceto o isolamento total, é capaz de mantê-lo 100% seguro, mas há algumas precauções simples que você pode tomar para manter sua privacidade online e barrar a maioria dos malfeitores.


Use uma linha segura
Um dos piores erros que você pode fazer quando o assunto é segurança online é acessar o e-mail, banco, rede social ou outro serviço quando conectado a uma rede Wi-Fi aberta. Se isso for absolutamente inevitável, assinar um serviço de rede virtual privada (VPN) pode aumentar significativamente sua privacidade quando conectado a redes públicas.
As VPNs servem como um “túnel” criptografado que impedem que os malfeitores se coloquem entre você e o restante da rede, tentando roubar seus dados de login ou outras informações sensíveis.
      Serviços gratuitos como o OpenVPN aumentam a segurança de sua conexão, mesmo em redes públicas
Por si só isso já é um ótimo motivo pra usar uma VPN, mas não é o único. Talvez você não queira que seu provedor de internet seja capaz de monitorar sua atividade online. E como bônus, muitos serviços de VPN podem ajudar a contornar bloqueios por região no acesso a serviços online como o Hulu, Netflix, HBO Go e BBC iPlayer.
Mas nem todos os provedores de VPNs são iguais: alguns deles mantém registros de toda a sua atividade online, o que acaba cancelando o aspecto da privacidade. Uma boa escolha é o IPredator, um serviço baseado na Suécia que custa US$ 8 mensais. A anonimidade é a principal preocupação do serviço, que diz nunca registrar nenhum dado do usuário. Você pode até enviar e-mails criptografados com PGP para a equipe de suporte.
Outra escolha popular entre quem procura privacidade é o Private Internet Access, que também alega não manter nenhum registro de tráfego. O serviço custa US$ 7 mensais, ou você pode comprar um pacote de um ano por US$ 40, e pode ser usado para contornar bloqueios de região nos EUA, Canadá, Reino Unido e vários países na Europa Continental.
Embora as VPNs sejam uma boa forma de ter mais privacidade, as que recomendei aqui não são capazes de impedir que os sites que você acessa, como o Facebook e o Google, registrem sua atividade neles. Usar o modo “Incognito” do seu navegador também não ajuda, mas ao menos impedirá que os sites leiam cookies e seu histórico de navegação para aprender mais sobre você.
Pare de deixar informações pessoais na nuvem
Serviços de armazenamento e sincronização de dados online como o Dropbox, Google Drive e SkyDrive estão entre as melhores inovações na história da internet. A conveniência de ter suas últimas fotos sempre disponíveis no Dropbox ou seus documentos no iCloud é fantástica, mas tenha em mente que muitos de seus dados serão armazenados em servidores de terceiros, que podem não ter criptografia ou estar protegidos por um sistema além de seu controle.
Isto significa que seus dados estarão disponíveis a oficiais da lei que tenham a papelada certa, não importa que motivos eles tenham para querer vasculhar suas coisas. E qualquer hacker bem informado pode invadir sua conta usando técnicas de engenharia social, descobrindo fraquezas na segurança dos servidores de uma empresa ou conduzindo um ataque de força-bruta numa tentativa de adivinhar sua senha.
Se você tem informações importantes, como dados bancários ou documentos da empresa, que precisa sincronizar entre dispositivos, a melhor opção é usar um serviço de armazenamento na nuvem criptografado. Você pode montar seu próprio, criptografando os dados em seu PC antes de enviá-lo para o Dropbox usando soluções como o BoxCryptor (gratuito) ou o TrueCrypt (Open Source). 
 
                                   Boxcryptor adiciona uma camada de segurança ao seu disco virtual
Um método mais simples é encontrar um serviço de armazenamento e sincronia de arquivos que ofereça criptografia integrada, como o SpiderOak ou o Wuala. Ambos funcionam de forma similar ao Dropbox: seu espaço no SpiderOak (2 GB gratuitos) aparece como uma pasta especial em seu PC, enquanto o Wuala oferece 5 GB e aparece como um disco de rede.
Os dois serviços se apresentam como soluções com “conhecimento zero”, ou seja, eles não sabem o que você está armazenando em seus servidores, e não tem quase nenhuma forma de saber, mesmo que realmente quisessem. 
Quando você usa o SpiderOak, por exemplo, a senha que você escolhe é usada como parte das chaves de criptografia geradas pelo cliente. A única forma que qualquer um, mesmo um funcionário da SpiderOak, teria de acessar seus arquivos seria digitando sua senha. E as melhores práticas para criação de senhas sugerem que você escolha algo com pelo menos 10 caracteres e que consista em uma mistura de letras, números e símbolos. Há serviços online que podem ajudá-lo a gerar uma senha forte ou verificar a força de uma senha que você escolheu.
                               SpiderOak: backup e sincronia de arquivos, com criptografia integrada
O lado ruim de serviços como o SpiderOak e o Wuala é que se você esquecer sua senha, seus dados já eram. Ambas as empresas dizem que não tem como recuperar uma senha, e que o máximo que podem fazer é lhe dar a dica que você mesmo cadastrou durante a criação da conta.
Reforce a segurança com autenticação em duas etapas
A primeira linha de defesa para manter seus serviços online seguros é usar senhas únicas e aleatórias, de pelo menos 10 caracteres cada, para cada uma de suas contas. Só não se esqueça de armazená-las em um bom gerenciador de senhas. Para ter ainda mais segurança, habilite a autenticação em duas etapas no Google, Facebook e qualquer outro serviço que suporte isto.
A autenticação em duas etapas exige que você informe um curto código numérico, além de sua senha, antes que possa ter acesso à sua conta. Este código é aleatório e geralmente vem de um “chaveiro” como aqueles usados por bancos ou de um aplicativo em seu smartphone. A boa notícia é que você pode conseguir a maioria dos códigos de autenticação em um só app, o Google Authenticator, que tem versões para Android e para iOS. O app suporta contas do Google, Dropbox, Evernote, Lastpass, Windows e até mesmo do Facebook.
A autenticação em duas etapas não é à prova de falhas, mas é mais um obstáculo no caminho que qualquer um que queira acessar sua conta. O Twitter também tem um sistema de autenticação em duas etapas, mas ele não é compatível com o Google Authenticator e ainda há alguns probleminhas a resolver. 
Se a autenticação em duas etapas ainda não for o suficiente para você, volte sua atenção aos endereços de e-mail que usa como “endereço alternativo” em suas contas online. Considere o uso de um endereço específico (ou vários) para recuperação de senhas, e tenha cuidado para nunca divulgar este endereço, nem escolher um que seja similar ao de sua conta de e-mail principal.
VPNs, armazenamento criptografado e autenticação em duas etapas são excelentes ferramentas para manter seus dados seguros e oferecer o máximo de privacidade possível para sua atividade online. Às vezes eles podem ser um incômodo, mas lidar com uma pequena dor de cabeça agora é melhor do que com uma gigantesca enxaqueca depois de você for atacado.

Conheça “beamforming”, a tecnologia que promete acelerar o Wi-Fi


Parte do novo padrão 802.11ac de redes sem fio, técnica usa transmissões direcionais para melhorar a largura de banda das conexões e aumentar o alcance das redes.







Beamforming é um daqueles conceitos que parecem tão simples que você se pergunta como ninguém pensou nisso antes. Em vez de transmitir um sinal de rádio (em nosso caso Wi-Fi) para toda uma área, esperando atingir seu alvo dentro dela, porque não concentrar o sinal e mirar diretamente no alvo?
Mas às vezes os conceitos mais simples são os mais difíceis de executar, especialmente por um preço atraente aos consumidores. Felizmente o beamforming está se tornando um recurso comum nos roteadores Wi-Fi de quinta-geração baseados no padrão 802.11ac, pelo menos nos modelos mais sofisticados. Vamos explicar como ele funciona, e porque é interessante.
Em primeiro lugar, um pouco de história: beamforming era um recurso opcional no padrão 802.11n de redes  Wi-Fi, mas o IEEE (o organismo internacional que define estes padrões) não especificou exatamente como ele deveria ser implementado. O roteador que você comprou poderia usar uma versão técnica, mas se a interface Wi-Fi de seu notebook usasse outra eles não seriam capazes de conversar e o recurso não iria funcionar.
Alguns fabricantes desenvolveram kits 802.11 pré-pareados (o WNHDB3008 Home Theater Kit, da Netgear, era um dos melhores exemplos), mas eles costumavam ser caros e nunca tiveram um grande impacto no mercado.
O IEEE não repetiu o erro ao definir o padrão 802.11ac que está sendo usado nos equipamentos Wi-Fi mais sofisticados. Os fabricantes que estão produzindo aparelhos baseados no padrão não são obrigados a implementar o beamforming, mas se o fizerem, tem de seguir uma especificação pré-determinada, o que garante que os produtos de todas as empresas serão capazes de trabalhar em conjunto. Se um aparelho como um roteador suportar beamforming mas outro como a interface Wi-Fi de seu notebook não suportar, eles ainda poderão trabalhar em conjunto, só não poderão tirar proveito da nova tecnologia.
Beamforming pode melhorar a utilização de banda em redes sem fio, e aumentar seu alcance. Por sua vez, isso pode melhorar o streaming de vídeo, a qualidade de voz em ligações via VoIP e outras transmissões sensíveis à largura de banda e latência.
O Beamforming é possível com transmissores e receptores que usam a tecnologia MIMO (“Multiple Input, Multiple Output” ou “Múltiplas Entradas, Múltiplas Saídas”). Os dados são enviados e recebidos usando múltiplas antenas para melhorar a velocidade de transmissão e o alcance. MIMO foi algo introduzido no padrão 802.11n, e continua sendo um recurso importante no padrão 802.11ac.
Como funciona?
Roteadores Wi-Fi e interfaces Wireless que não suportam beamforming transmitem dados de forma praticamente homogênea em todas as direções. Fazendo uma analogia, pense em uma lâmpada sem um refletor como sendo o roteador. A lâmpada (roteador) irradia luz (dados) em todas as direções.

Aparelhos que suportam beamforming focam os sinais em direção ao cliente, concentrando a transmissão para que mais dados cheguem ao destino em vez de serem irradiados pela atmosfera. Imagine colocar um refletor ao redor da lâmpada (roteador) para evitar que a luz irradie em todas as direções.
Agora imagine fazer furos no refletor, para que raios de luz concentrada possam viajar em direções predefinidas. Isso é beamforming. Se o cliente Wi-Fi também suporta beamforming, ele e o roteador podem trocar informações sobre suas posições para determinar o melhor caminho para o sinal. 
Beamforming+
Como mencionamos anteriormente, o suporte a beamforming é um componente opcional da especificação 802.11ac, e os fabricantes que desejem implementá-lo devem seguir um protocolo específico. Mas os fabricantes também podem oferecer outros tipos de beamforming além da técnica padrão.
O Beamforming+, da Netgear, é uma extensão da técnica definida no padrão 802.11ac, então é interoperável com qualquer outro dispositivo 802.11ac que também suporte beamforming. Mas o Beamforming+ não existe que o dispositivo cliente suporte beamforming, então você poderá ver ganhos de alcance e banda combinando um dos roteadores da Netgear (como o R6300, R6200 e R6250) com qualquer aparelho Wi-Fi capaz de funcionar na frequência de 5 GHz.

Mas é claro que a Netgear não é a única fabricante de roteadores com suporte a beamforming, e o recurso está se tornando comum em todos os roteadores Wi-Fi mais sofisticados. Se você está procurando um novo roteador e quer um que suporte beamforming, verifique as especificações na caixa do produto ou no site do fabricante. Alguns modelos interessantes são o Linksys EA6900, o D-Link DIR-868L e o Trendnet TEW-812DRU.