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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Brasil e China devem lançar novo satélite em 2014, diz ministro.



Falhas na propulsão causaram a queda do foguete lançado no início do mês


O Brasil e a China devem lançar no ano que vem um novo satélite para substituir o que foi lançado recentemente, mas não ficou em órbita, por causa de falhas no lançamento. Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o projeto de construção do satélite já previa que todas as peças fossem feitas em duplicidade, e elas já foram enviadas à China, agora só falta decidir se o novo equipamento será montado naquele país ou no Brasil.
"Agora não tem o que fazer, aconteceu, foi uma tragédia, ficamos com uma deficiência muito grande, mas tem outro satélite já fabricado e pronto, estava no orçamento do projeto, previsto para ser lançado em 2015. Agora estamos vendo a possibilidade de lançar em 2014", disse hoje (17) Bernardo.
O satélite, construído em parceria com a China, servirá para mapear e registrar os territórios e atividades agrícolas, desmatamento, mudanças na vegetação e expansão urbana.
Bernardo explicou que a falha que resultou no fracasso do lançamento do satélite foi na mistura do combustível com oxidante que controla o nível de desempenho do foguete. Isso resultou no desligamento do terceiro motor dez segundos antes do necessário, por isso o foguete não teve velocidade suficiente para se manter em órbita.
Ainda não está definido quem vai arcar com o custo do novo lançamento. "Quando fizemos o contrato para lançar, não estava dito o que aconteceria se não desse certo, mas com certeza será negociado", explicou o ministro.
Paulo Bernardo também comentou pela primeira vez a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em relação às empresas Telefonica, Vivo e TIM. Segundo ele, o Cade estabeleceu um parâmetro, de que uma mesma empresa não pode controlar duas operadoras no Brasil. Segundo ele, a Anatel analisou o aspecto regulatório do mercado de regulação e o Cade avaliou as questões de competições, então não houve divergências entre as posições dos dois órgãos regulatórios. "Temos que esperar, ver o que vai acontecer. Não temos intenção de contribuir com especulações sobre esse assunto", disse o ministro.
Bernardo participou hoje (17) da posse de Igor Vilas Boas de Freitas como membro do Conselho Diretor da Anatel, com mandato até 5 de novembro de 2017. Freitas é consultor legislativo do Senado Federal e graduado em engenharia eletrônica. Foi membro do Conselho Consultivo da Agência e assessor do Conselho Diretor da agência.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Surgimento dos Smartphones


Como surgiram os telefones inteligentes.


Como Foi a Evolução 

O Smartphone virou um aparelho prioritário na vida de muita gente. O seu surgimento foi em 1992, e era o Simon, da IBM. Seus recursos como PDA e fax, tela sensível ao toque e outras funções avançadas para a época justificava seu preço de quase 900 dólares. Dez anos depois foi a vez de a empresa Kyocera lançar o modelo QCP 6035 no mercado brasileiro, o primeiro por aqui a mesclar funções de celular e de computador. O sistema operacional era o Palm OS, e possuía conexão com a internet. O preço era cerca de 2900 reais.
Outro avanço 2002: a tela colorida e o GSM chegam ao mercado brasileiro com o Communicator 9210, da Nokia. O preço era salgado: 3,5 mil reais. No mesmo ano outra novidade, mas que nunca foi lançado no Brasil: a empresa Handspring lança o Treo 300, também com Palm OS e teclado QWERTY. O ano de 2005 foi marcado pela chegada do BlackBerry em sistema de comodato. A TIM oferecia o serviço para as empresas, por 429 reais mensais. A HP também lança seu iPaq Mobile Messenger, com sistema operacional Windows Mobile. A conectividade é o forte deste aparelho, que combina GSM, GPRS, Wi-Fi, GPS e EDGE. O Treo 700w é lançada pela Palm, mas agora com o Windows Mobile.

O Primeiro iPhone

Chega em 2007 para conquistar o mercado. Steve Jobs fez o anúncio durante a MacWorld, realizada na cidade de Las Vegas. O ano de 2008 traz o G1 da HTC, que vem com o novíssimo sistema Android. O aparelho não foi vendido oficialmente no Brasil. No mesmo ano chegou o iPhone 3G no país, três meses após o lançamento mundial, com preços que variavam de 900 a até 600 reais. Em 2009, chega a segunda versão do produto da Apple, o iPhone 3GS, com recursos como gravação de vídeo e mais rápido. A Samsung foi a primeira a trazer um celular com Android para o Brasil, o Galaxy.

Tecnologia da informação


Tecnologia da Informação e sua importância.


Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação que visam permitir a produção, armazenamento, transmissão, acesso e o uso das informações. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que há várias definições para a expressão e nenhuma delas consegue determiná-la por completo. É a área de informática que trata a informação, a organiza e classifica de forma a permitir a tomada de decisão em prol de algum objetivo. A Tecnologia da informação pode contribuir para alargar ou reduzir as liberdades privadas e públicas, ou tornar-se em instrumento de dominação. 

O termo

A TI é uma grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, na produção musical e cinematográfica, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação (principais locais de armazenamento de informação), introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados e obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial.
Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de bancos de dados, de editoração eletrônica, bem como de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (via rede mundiais de computadores, como a Internet). A difusão das novas tecnologias de informação trouxe também impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito à informação, pois os cidadãos geralmente não têm acesso a grande quantidade de informação sobre eles, coletadas por instituições particulares ou públicas.[carece de fontes]
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação, como técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas em um esquema. Esse esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado, mas isso não elimina o fato de que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias.[carece de fontes]
Os maiores desenvolvedores mundiais desse tipo de tecnologia são Suécia, Singapura, Dinamarca, Suíça e Estados Unidos, segundo o Relatório Global de Tecnologia da Informação 2009-2010 do Fórum Econômico Mundial. O Brasil é o 61º nesse ranking . Por, Carbonita - MG. Norte de Minas, Vale do Jequitinhonha.

História da Internet


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Introdução 
A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria. Criada com objetivos militares, seria uma das formas das forças armadas norte-americanas de manter as comunicações em caso de ataques inimigos que destruíssem os meios convencionais de telecomunicações. Nas décadas de 1970 e 1980, além de ser utilizada para fins militares, a Internet também foi um importante meio de comunicação acadêmico. Estudantes e professores universitários, principalmente dos EUA, trocavam idéias, mensagens e descobertas pelas linhas da rede mundial.

Desenvolvimento da Internet 
Foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a população em geral. Neste ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Muitos dizem, que foi a maior criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950.
A década de 1990 tornou-se a era de expansão da Internet. Para facilitar a navegação pela Internet, surgiram vários navegadores (browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator.O surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços on line contribuíram para este crescimento. A Internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais. Os estudantes passaram a buscas informações para pesquisas escolares, enquanto jovens utilizavam para a pura diversão em sites de games. As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para um bate-papo virtual a qualquer momento. Desempregados iniciaram a busca de empregos através de sites de agências de empregos ou enviando currículos por e-mail. As empresas descobriram na Internet um excelente caminho para melhorar seus lucros e as vendas on line dispararam, transformando a Internet em verdadeiros shopping centers virtuais.
Nos dias atuais, é impossível pensar no mundo sem a Internet. Ela tomou parte dos lares de pessoas do mundo todo. Estar conectado a rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos locais, possibilitando acesso as informações e notícias do mundo em apenas um click.

A febre das redes sociais
A partir de 2006, começou uma nova era na Internet com o avanço das redes sociais. Pioneiro, o Orkut ganhou a preferência dos brasileiros. Nos anos seguintes surgiram outras redes sociais como, por exemplo, o Facebook e o Twitter.

Os sites de compras coletivas
A partir de 2010, um novo serviço virou febre no mundo da Internet. Conhecidos como sites de compras coletivas, eles fazem a intermediação entre consumidores e empresas. Estes sites conseguem negociar descontos para a venda de grande quantidade de produtos e serviços. Os consumidores compram cupons com 50% de desconto ou até mais. Os sites que mais se destacam neste segmento são: Peixe Urbano e Groupon.

Você sabia?
- Os browsers (navegadores de Internet) mais usados na atualidade são:
Google Chrome
- Internet Explorer
- Firefox
- Ópera


Fonte : http://www.suapesquisa.com/internet/










sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Battlefield Multiplayer


"Battlefield 4" é uma excelente experiência multiplayer.


Com o "Battlefield 4", a EA DICE tenta novamente emplacar uma grande campanha solo na franquia de tiro, mas a história não é o forte do jogo e sim o empolgante modo de multiplayer.
No Brasil, a campanha é pontuada por uma ótima dublagem, em especial pela atuação de André Ramiro (o Mathias de "Tropa de Elite").
O multiplayer é o destaque, principalmente pelas diversas estratégias de combate com veículos e cenários destrutíveis, além de um bom sistema de evolução. Os mapas valorizam as batalhas entre equipes grandes, principalmente no PC - plataforma que se destaca também por exibir gráficos.
Guerra moderna
O jogo de tiro "Battlefield 4" está disponível para PC, PlayStation 3, Xbox 360 e, mais recentemente, foi lançado para PlayStation 4 e Xbox One.
No Brasil, o jogo conta com dublagem em português com a participação de atores famosos do cinema e da TV, como André Ramiro (de "Tropa de Elite") e Dan Stulbach.
Por aqui, as cópias de PS3 e X360 são acompanhadas pelo filme "Tropa de Elite" (em Blu-ray no PS3 e em DVD no X360), além de um 'making of' do game.

Como optar pelo Android sem ter problemas


Fuja de muitas armadilhas ao escolher um smartphone Android.


Sistema ultrapassado, pouca memória, câmera ruim… veja o que evitar na hora da compra para não se arrepender logo depois.

Smartphones são ferramentas cada vez mais presentes em nosso dia-a-dia e objetos de desejo. Quem não tem sonha com um, quem já tem provavelmente está pensando em um upgrade para um modelo mais sofisticado. E com a imensa variedade de aparelhos no mercado, fica difícil escolher.
Não é raro os consumidores julgarem um aparelho pela marca, design ou tamanho da tela, quando na verdade há fatores muito mais importantes que não são levados em conta. Por isso preparamos este guia de compras às avessas, mostrando cinco "armadilhas" comuns que você deve evitar para não se frustrar em pouco tempo. 
Versões antigas do sistema operacional
Mesmo no final de 2013 ainda é possível encontrar no mercado smartphones, especialmente os de baixo custo, rodando o Android 2.3, uma versão do sistema operacional lançada em dezembro de 2010. Evite-os a todo custo. Com uma versão antiga do Android você não tem acesso a apps como o navegador Google Chrome e o assistente pessoal Google Now, melhorias de usabilidade como interface e teclado aprimorados, e pode deixar seu aparelho (e as informações armazenadas nele) exposto a falhas de segurança que já foram corrigidas em versões mais recentes do sistema. 
Existe um bom motivo para os fabricantes ainda lançarem aparelhos com versões antigas do Android: o hardware provavelmente não é poderoso o suficiente para rodar as versões mais recentes. E em vez de melhorar o hardware, o que elevaria o preço do aparelho, os fabricantes decidem "economizar" no software.
Uma dica: se o smartphone não aguenta uma versão recente do Android, provavelmente logo irá engasgar também com os apps modernos, levando à frustração. E nunca compre um smartphone com uma versão antiga do Android esperando por uma atualização do sistema: ela provavelmente não irá chegar, especialmente se for um aparelho de baixo custo.
Procure aparelho com no mínimo o Android 4.0 e dê preferência ao Android 4.1, uma versão do sistema que já traz todos os principais recursos modernos incluindo o assistente pessoal Google Now e melhorias no desempenho. Assim você não fica perdendo nada.
Pouca RAM
Você achou um aparelho Android 4.1 baratinho? Ótimo! Mas antes de comprar, verifique quanto de memória RAM ele tem. Não estou falando da memória interna onde os arquivos são armazenados, geralmente medida em 4, 8, 16 ou 32 GB. Estou falando da memória de trabalho, usada pelo sistema e aplicativos enquanto eles estão rodando.
A maior parte dos smartphones modernos tem 1 GB de RAM, e os modelos mais sofisticados já estão adotando 2 ou até 3 GB. Mas ainda há no mercado muitos aparelhos de baixo custo com 512 MB de RAM, e eles não valem a pena.
O problema acontece na hora de rodar múltiplos apps ao mesmo tempo (e no Android sempre há múltiplos apps rodando): o aparelho vai engasgar, demorar a abrir os apps ou fechar um para abrir o outro, o que pode ser especialmente irritante quando você perder um e-mail que estava escrevendo porque decidiu parar para responder a uma mensagem no Whatsapp. Foi o que vimos ao analisar durante este ano aparelhos como o LG Optimus L4 II Tri ou o Huawei Ascend G510.
Pouca RAM também limita as chances de um upgrade do sistema operacional, já que versões mais recentes do Android exigem mais RAM que as antigas (com exceção do Android 4.4 "KitKat", mas isso é algo ainda não comprovado na prática) para rodar. 
E como saber quanta RAM há seu smartphone? Consulte a ficha técnica dele no site do fabricante, quase sempre esta informação está lá.
Pouca memória interna
O sistema operacional, os apps e os arquivos (fotos, vídeos e músicas) armazenados em seu smartphone ocupam espaço na memória interna. E quanto menor ela for, mais rápido vai "lotar". É como ter um armário pequeno demais no quarto, que não tem espaço para todas as suas roupas.
Para complicar, a memória interna nem sempre é o que parece. Os fabricantes relatam a capacidade total do chip de memória (4 GB, 8 GB, 16 GB), mas "se esquecem" de avisar que parte dessa capacidade está ocupada pelo sistema operacional e aplicativos pré-instalados, e o espaço realmente disponível ao usuário é menor.
Em um smartphone com 4 GB de memória interna, pouco mais de 2 GB estão disponíveis. Em um modelo com 8 GB, cerca de 5,5 GB. E em modelos de 16 GB geralmente há cerca de 12 GB que podem ser utilizados. Um cartão de memória microSD pode amenizar o problema, mas há um porém: a maioria dos smartphones Android só permite instalar aplicativos na memória interna, e o cartão só pode ser usado para armazenar arquivos do usuário, como fotos, vídeos, músicas e documentos. 
Mesmo quando é possível mover apps para o cartão, nem todos podem ser movidos. Especialmente jogos, que são os maiores "fominhas" quando o assunto é memória interna. Um jogo moderno como Asphalt 8: Airborne, da Gameloft, pode facilmente ocupar 1,6 GB.
Portanto, nesse quesito o melhor é levar em consideração o uso do aparelho antes de fechar a compra. Se você pretende apenas navegar na web e usar redes sociais um aparelho com 4 GB de memória interna pode ser o bastante, desde que você a complemente com um cartão microSD de pelo menos 4 GB para armazenar suas fotos e músicas. Se pretende jogar, invista em um aparelho com pelo menos 16 GB. E atenção: nem todos os smartphones Android tem slots para cartões microSD, fique atento na hora da compra.
Câmeras de baixa resolução
Um sensor de 8 MP é a norma em câmeras para smartphones Android, e os modelos mais sofisticados estão usando câmeras com sensores de 13 ou até 20 MP. Mas ainda é possível encontrar muitos smartphones baratinhos com câmeras de baixa resolução, com sensores de 2 ou 3 MP. Fuja delas.
Nós mesmos costumamos dizer que "Megapixel não é sinônimo de qualidade de imagem", e isso no geral é verdade, mas nos smartphones há uma diferença notável de qualidade entre uma câmera de 3 MP e outra de 5 MP. Mesmo que você não pretenda tirar fotos com seu aparelho, quando o fizer irá inevitavelmente se decepcionar se estiver usando uma câmera de baixa resolução. 5 MP é realmente o mínimo aceitável.
Outro detalhe importante: muitos smartphones de baixo custo tem uma câmera sem flash. Para muitas pessoas ele não é importante, mas se você costuma sair à noite com os amigos e quer usar o smartphone para registrar a "balada" ele é essencial. Uma câmera frontal também pode ser útil, para auto-retratos e videochamadas.
O mercado informal
É impossível andar por um centro de comércio popular nas capitais e não esbarrar com pelo menos uma lojinha ou camelô vendendo smartphones Android a preços muito atraentes. Alguns aparelhos são "cópias" de modelos populares como o Galaxy S4, iPhone ou Lumia 920, outros são "designs" próprios. Não preciso dizer, mas todos eles devem ser evitados.
Em primeiro lugar porque muitas vezes não cumprem o que prometem. Não é raro ver modelos anunciados com "câmera de 8 MP e 16 GB" que na verdade tem uma câmera de 3 MP e 2 GB de memória interna maquiados. O preço baixo é reflexo do hardware: geralmente os fabricantes usam apenas o necessário para que o sistema rode e o aparelho faça chamadas, ou seja, processadores incrivelmente lentos, o mínimo possível de RAM e baterias com baixíssima capacidade.
São aparelhos que vão engasgar assim que saírem da caixa, e que não vão aguentar até o fim de um dia típico de uso sem que precisem ser recarregados no meio da tarde. Já se perguntou porque muitos deles vem com uma bateria extra na caixa? Você VAI precisar dela.
E na busca pelo menor preço possível, a qualidade desaparece. Baterias que deixam de reter uma carga em pouco tempo, telas sensíveis ao toque que deixam de funcionar em poucos meses e botões que não funcionam direito são comuns. E quando o aparelho der defeito, quem vai lhe prestar assistência técnica? E a garantia? O vendedor pode até dizer que "se der defeito a gente troca", mas quem garante que ele estará ali daqui a três meses?
Sem contar as questões legais: contrabando, sonegação de impostos e a falta de homologação na Anatel, ou seja, a garantia de que o aparelho está de acordo com as normas de telecomunicação vigentes no país e não coloca o usuário, e as redes, em risco. Em breve estes aparelhos poderão até ser bloqueados pelas operadoras. Ou seja, são muitos "poréns" em troca de um preço atraente.
Prestando atenção a estes cinco itens você poderá rapidamente determinar se aquele "negocião" não é na verdade uma furada. Boas compras!

App grátis


Blackberry vai distribuir um app gratuito por dia até o Natal.


Todo mundo conhece o "calendário do Advento", um calendário para a contagem regressiva para o Natal no qual os pais colocam, todos os dias, um pequeno presente-surpresa. A Blackberry resolveu criar sua versão digital do calendário e, do dia 1º ao dia 25 de dezembro, vai oferecer aos usuários da plataforma BlackBerry 10 um aplicativo ou um jogo premium grátis por dia, que pode ser baixado pela loja BlackBerry World.
São 25 aplicativos de alto desempenho escolhidos para presentear os usuários dos smartphones da BlackBerry no Brasil. Para promover o seu calendário natalino a empresa criou um site especial que oferece um QR code que dá acesso aos aplicativos gratuitos. No domingo, dia 1/12, o presente foi o jogo Angry Birds Seasons. Hoje o presente é o jogo Shark Dash. Se você é usuário de BlackBerry 10, fotografe o QR code abaixo ou acesse o site para fazer o download.
É um bom presente de papai noel, aproveitem que o prazo está chegando ao final.